Vai demorar muitos anos para que o povo volte a acreditar no socialismo ou em socialistas. O futuro seguramente não será feito com esta gente, que tem muita pressa para ir a lado nenhum. Ainda não entenderam que o destino das suas vidinhas não se confunde com o da pátria.
O que afirmou na TV uma das Barbeis de serviço, em tom de urgente emergência nacional, “que a não existência de líder no futuro parlamento, para assumir as responsabilidades do maior partido da oposição, poria em risco a governação” é suficientemente patético e revelador que o que se pretende é mais do mesmo.
O parecer ser, o faz de conta, estilo consagrado, vai continuar. Uma ilusão de normalidade constante é o melhor para que nada de substancial altere a ordem estabelecida. A realidade não é virtual, não está é revelada pela demonstração. Isto é como aquele famoso autarca socialista que arrebanha 80% de votos favoráveis, que se gaba de não saber ler plantas e exige a todos maquetas. É algo concreto, é a realidade visual e táctil necessária ao deferimento da obra pretendida. E já leva uns anos largos esta anedota sem denúncia pública.
São cada vez menos os socialistas da “máquina” mas as consequências são por sua vez maiores. Confirma-se a lei de Pareto, que afirma que 80% das consequências são fruto de 20% de causas. A tese que condena estes manhosos socialistas salva a democracia, são os meus votos. Mário Soares diz que é “bom uma cura de oposição”, seria, se neste tempo onde é necessário pensar o futuro, esta malta que capturou o partido tivesse o mínimo de respeito por eles próprios, e evitasse a indignidade de serem varridos do sistema democrático por inutilidade.
Está construída uma pseudo utilidade para o Partido Socialista. É uma construção jornalística e só existe por ainda se alimentar uma outra farsa, de que a rua é controlada por esta cambada que se diz socialista. Uma tremenda mentira, creio mesmo que esta se vai voltar em primeiro lugar para os próprios “mágicos” da desgraça, os que diziam que a culpa era daqueles que não os deixavam governar.
O povo não é assim tão lerdo das ideias como parece. A demonstração está feita, o voto no PSD de Ferreira Leite não existiu por ter visto com segurança que de alguém seco e relho nada de bom viria. Foi medo, agora é esperança e raiva, protesto. Podemos traçar um novo ciclo de reacção, a tradicional válvula de escape da nossa gente era a emigração, não acreditava na revolta por ser mais fácil esta solução, mas a emigração não dura para sempre, também aí as portas são já estreitas e assim temos as condições para uma tempestade perfeita, um acerto de contas com séculos de atraso.
Como a realidade concreta ainda leva tempo a chegar, permite não acorrer já aos incêndios, e de que serventia teria gritar ao lobo se ninguém o vê? São como as maquetas de um autarca de sucesso.
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quarta-feira, 8 de junho de 2011
domingo, 5 de junho de 2011
Les jeux sont faits, rien ne va plus.
Les jeux sont faits, rien ne va plus (os dados estão lançados, não se aceitam apostas)
São 18 30 de domingo 5 de Junho, dia de eleições legislativas no nosso país. As urnas dos votos vão fechar às 7 00 da tarde no continente, porque ainda temos uma costela de legalistas deformados de tanto rigor formal. Esperamos mais uma hora em nome da não perturbação da votação nas ilhas, que mais do que é natural se estão nas tintas para essa pseudo influência, e para nós que não somos burros é lamentável que ninguém altere este estado de imbecilidade congénita dos pseudo democráticos legisladores de meia tigela.
Um amigo, temporariamente no Maputo, pede-me o meu prognóstico para as eleições de hoje. É um jogo que aceito com gosto, não é só ter a convicção de ser analista político, embora caseiro, há que correr os riscos do palpite para legitimar opiniões futuras. Assim, lá vai para a África antanha e profunda com saudades do amigo que em breve reveremos em aprazíveis tertúlias.
Com os risco da arte.
PSD 40% 100 deputados
PS 27 80 “
CDS 15 30 “
Be 5 10 “
PC/PEV 7 10 “
Na convicção de que há uma forte votação e de que a abstenção está entre os 30/35%.
São os meus desejos políticos e se não se encontrarem em paridade com o povo é este quem sabe. Não deixo de considerar que estamos perante um momento de viragem sociológica. Observei pela manhã os idosos do costume e no meio da tarde uma enchente de casais jovens. Vamos ver se o medo pende para o imobilismo ou para a mudança. Não será uma foto sócio-eleitoral clássica, estamos perante uma radiografia de alto contraste, direi em ampliando a minha leitura, que temos uma análise à saúde do sangue que nos vai nas veias.
São 19 00 horas, les jeux sont faits, rien ne va plus, a tal hora dos eternos provincianos.
Boa viagem de regresso.
São 18 30 de domingo 5 de Junho, dia de eleições legislativas no nosso país. As urnas dos votos vão fechar às 7 00 da tarde no continente, porque ainda temos uma costela de legalistas deformados de tanto rigor formal. Esperamos mais uma hora em nome da não perturbação da votação nas ilhas, que mais do que é natural se estão nas tintas para essa pseudo influência, e para nós que não somos burros é lamentável que ninguém altere este estado de imbecilidade congénita dos pseudo democráticos legisladores de meia tigela.
Um amigo, temporariamente no Maputo, pede-me o meu prognóstico para as eleições de hoje. É um jogo que aceito com gosto, não é só ter a convicção de ser analista político, embora caseiro, há que correr os riscos do palpite para legitimar opiniões futuras. Assim, lá vai para a África antanha e profunda com saudades do amigo que em breve reveremos em aprazíveis tertúlias.
Com os risco da arte.
PSD 40% 100 deputados
PS 27 80 “
CDS 15 30 “
Be 5 10 “
PC/PEV 7 10 “
Na convicção de que há uma forte votação e de que a abstenção está entre os 30/35%.
São os meus desejos políticos e se não se encontrarem em paridade com o povo é este quem sabe. Não deixo de considerar que estamos perante um momento de viragem sociológica. Observei pela manhã os idosos do costume e no meio da tarde uma enchente de casais jovens. Vamos ver se o medo pende para o imobilismo ou para a mudança. Não será uma foto sócio-eleitoral clássica, estamos perante uma radiografia de alto contraste, direi em ampliando a minha leitura, que temos uma análise à saúde do sangue que nos vai nas veias.
São 19 00 horas, les jeux sont faits, rien ne va plus, a tal hora dos eternos provincianos.
Boa viagem de regresso.
sábado, 4 de junho de 2011
A maldição dos PINTOS
Ontem pela SIC N, Mário Crespo, ouvi o velho mestre José Gil dizer do ainda primeiro-ministro em defuntas funções, que segunda-feira próxima respiraríamos todos melhor e que o dito cujus tinha uma doença de que não sabia o nome, por não ser especialista na matéria, usa somente o saber que o estudo do comportamento dos homens permite a todos.
Nada poderei dizer de tão radical, estou de acordo com o que afirma, penso o mesmo com a devida vénia caro professor, e se me é permitido, gostaria de juntar a este “pinto” de Sousa uma ninhada que há muito vem tirando o sono a muito boa gente, que não gosta de ser tratada de estúpida nem de ser manipulada por artistas de meio gabarito.
Um dos “pintos”, desta feita Fernando, que a minha atenção não dispensa, por ser primária na forma, é aquele que está há séculos a prometer saldos de gestão positivos para a TAP e que encontra sempre um culpado para acumular mais prejuízos de ruína à pobre transportadora. Ou é o preço do petróleo ou a falta de um aeroporto que jeito tenha, porque este rebenta pelas costuras, ou são as greves que retiram valor de milhões ao dia etc. Um bom despacho também seria de rigor.
Um “pinto” com tendência a enguia está à frente de quem deve zelar para termos um Estado de direito, como que um zelador de primeira pela legalidade do dito, em vez de uma coisa que todos dizem que não funciona e que, quando resolve, é pior a emenda que o soneto. Seguramente só se alimenta de milho legítimo, mas dá a pior imagem dessa realidade. As trapalhadas em que se deixa envolver parecesse o grude com que os políticos gostam de ligar tudo e todos.
Um outro “pinto”, este na qualidade Marinho, com especiais responsabilidades representativas da arte do direito e da sua funcionalidade social. Mais se parece com um imaturo sem causas, imagem que assume, em quem se apoia a miúdo como de bengala, não por estilo mas por necessidades de equilíbrio. Só nesta dimensão nacional o seu trato público é questionável, não será um legítimo mestre, mais se enquadra num espalha brasas sem sentido. Fica-lhe mal argumentos de tasca nas críticas às decisões de justiça, por comparações genéricas de “comem todos” ou não há justiça da pura igualitária. Do comem todos pela mesma medida, bravura sem sentido.
Este é o último “pinto” da Costa, talvez o grande mestre de tão ilustre confraria. Com a mais longa permanência no super nível dos poleiros deste reino. Outros haveria, mas ele é especial e representativo pelo seu “saber fazer”, do que se deve evitar num Estado de direito, onde as contas devem ser públicas e transparentes a todos, pois só assim se pode ir ao mercado pedir dez milhões e ter ofertas de cem, como foi publicitado nestes dias. Está em férias, um líder assim dá gosto.
Cantam todos de galo a pátria nem tanto.
Sábado 4 de Junho de 2011
Nada poderei dizer de tão radical, estou de acordo com o que afirma, penso o mesmo com a devida vénia caro professor, e se me é permitido, gostaria de juntar a este “pinto” de Sousa uma ninhada que há muito vem tirando o sono a muito boa gente, que não gosta de ser tratada de estúpida nem de ser manipulada por artistas de meio gabarito.
Um dos “pintos”, desta feita Fernando, que a minha atenção não dispensa, por ser primária na forma, é aquele que está há séculos a prometer saldos de gestão positivos para a TAP e que encontra sempre um culpado para acumular mais prejuízos de ruína à pobre transportadora. Ou é o preço do petróleo ou a falta de um aeroporto que jeito tenha, porque este rebenta pelas costuras, ou são as greves que retiram valor de milhões ao dia etc. Um bom despacho também seria de rigor.
Um “pinto” com tendência a enguia está à frente de quem deve zelar para termos um Estado de direito, como que um zelador de primeira pela legalidade do dito, em vez de uma coisa que todos dizem que não funciona e que, quando resolve, é pior a emenda que o soneto. Seguramente só se alimenta de milho legítimo, mas dá a pior imagem dessa realidade. As trapalhadas em que se deixa envolver parecesse o grude com que os políticos gostam de ligar tudo e todos.
Um outro “pinto”, este na qualidade Marinho, com especiais responsabilidades representativas da arte do direito e da sua funcionalidade social. Mais se parece com um imaturo sem causas, imagem que assume, em quem se apoia a miúdo como de bengala, não por estilo mas por necessidades de equilíbrio. Só nesta dimensão nacional o seu trato público é questionável, não será um legítimo mestre, mais se enquadra num espalha brasas sem sentido. Fica-lhe mal argumentos de tasca nas críticas às decisões de justiça, por comparações genéricas de “comem todos” ou não há justiça da pura igualitária. Do comem todos pela mesma medida, bravura sem sentido.
Este é o último “pinto” da Costa, talvez o grande mestre de tão ilustre confraria. Com a mais longa permanência no super nível dos poleiros deste reino. Outros haveria, mas ele é especial e representativo pelo seu “saber fazer”, do que se deve evitar num Estado de direito, onde as contas devem ser públicas e transparentes a todos, pois só assim se pode ir ao mercado pedir dez milhões e ter ofertas de cem, como foi publicitado nestes dias. Está em férias, um líder assim dá gosto.
Cantam todos de galo a pátria nem tanto.
Sábado 4 de Junho de 2011
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Batista Bastos in DN de 1de Junho de 20011
Enquanto Sócrates é uma combinação de grotesco, no qual o desvario inventa o seu próprio infinito, Passos Coelho é um homem perigoso pelo que afirma e, sobretudo, por aquilo que involuntariamente dissimula. Com as ameaças que faz de "mudar" tudo, inclusive o que não é necessário alterar, demonstra uma inconsciência muito próxima do furor incontrolável de quem acaba por revelar as suas dualidades.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
In Comissão do Mercado De Valores Mobiliários
Sumário Executivo.
No presente relatório exploraram-se pela primeira vez, de forma sistematizada, dados individualizados relativos a variáveis associadas aos membros de alguns órgãos sociais determinantes no governo das várias sociedades. Tal análise permitiu apurar que existiam 446 cargos em órgãos de administração das sociedades cotadas que eram ocupados por 426 indivíduos diferentes. Estes administradores exerciam funções executivas e/ou não executivas, em média, em 8,2 empresas (cotadas e não cotadas), subindo este valor para 11,1 empresas entre os membros executivos dos órgãos de administração das sociedades analisadas.
Entre os 426 administradores, pouco menos de um em cada quatro desempenhava funções de administração em apenas uma empresa. Constatou-se, porém, que cerca de 20 administradores acumulavam funções em 30 ou mais empresas distintas, ocupando, em conjunto, mais de 1000 lugares de administração, entre eles os das sociedades cotadas. A acumulação de funções patente nestes números poderá ser um motivo de reflexão para os accionistas destas empresas.
Digo eu….
È uma pena… só há um (1) que acumula mais… de (60) cargos de administração. É só fazer as contas, em cada um dos 22 dias que o mês tem em média, trabalha como um louco em duas empresas. Seguramente que é uma de manhã e a outra de tarde. Pobre cavalheiro, e a Sra. da Alemanha a afirmar que se trabalha pouco. Uma ova.
Com meia dúzia deste calibre a crise já era….
Quem é o GAJO ?
No presente relatório exploraram-se pela primeira vez, de forma sistematizada, dados individualizados relativos a variáveis associadas aos membros de alguns órgãos sociais determinantes no governo das várias sociedades. Tal análise permitiu apurar que existiam 446 cargos em órgãos de administração das sociedades cotadas que eram ocupados por 426 indivíduos diferentes. Estes administradores exerciam funções executivas e/ou não executivas, em média, em 8,2 empresas (cotadas e não cotadas), subindo este valor para 11,1 empresas entre os membros executivos dos órgãos de administração das sociedades analisadas.
Entre os 426 administradores, pouco menos de um em cada quatro desempenhava funções de administração em apenas uma empresa. Constatou-se, porém, que cerca de 20 administradores acumulavam funções em 30 ou mais empresas distintas, ocupando, em conjunto, mais de 1000 lugares de administração, entre eles os das sociedades cotadas. A acumulação de funções patente nestes números poderá ser um motivo de reflexão para os accionistas destas empresas.
Digo eu….
È uma pena… só há um (1) que acumula mais… de (60) cargos de administração. É só fazer as contas, em cada um dos 22 dias que o mês tem em média, trabalha como um louco em duas empresas. Seguramente que é uma de manhã e a outra de tarde. Pobre cavalheiro, e a Sra. da Alemanha a afirmar que se trabalha pouco. Uma ova.
Com meia dúzia deste calibre a crise já era….
Quem é o GAJO ?
segunda-feira, 23 de maio de 2011
O ARRASTÃO SOCIALISTA
O arrastão é uma modalidade de assalto colectivo praticada por um grupo numeroso, geralmente em ambiente urbano, que rouba as pessoas e os espaços por onde se desloca.
Ficaram célebres em todo o mundo os arrastões praticados nas praias brasileiras por dezenas de miúdos das favelas miseráveis do Rio de Janeiro, como a máxima expressão da miséria social e extrema necessidade em que viviam.
O arrastão de que fui vítima moral é muito recente, praticado por dirigentes socialistas a nível local. Tomou a mesma forma de arrastão ao engajarem tudo o que veio à rede como recentes socialistas, com direito a homenagem (a que a maioria nem respondeu à chamada) conjunta com os que ostentem mais de trinta anos de sólida permanência nas fileiras. Recusei a palhaçada e retirei-me da indigna encenação.
Com que engodo, desconheço. O propósito é bem claro, é estratégia do mais alto nível, desesperados pelo fim de um ciclo em que eles próprios passarão a vítimas por culpa própria. Esgotaram as fórmulas de enganar o povo, é um fracasso total.
O desespero é ridículo. Ficou conhecida a comitiva de idosos rurais frente ao hotel na noite das últimas eleições. O último grito de modernidade, relatam os jornais das frentes da campanha eleitoral, os socialistas “contrataram” imigrantes asiáticos que nem português falam.
Os que ostentam turbante de siks foram os que mais deram nas vistas em pleno Alentejo, todos munidos de bandeiras que agitavam com zelo a troco de uma refeição quente, dizem. Foram prontamente recambiados ao ponto de partida, após ter sido denunciada a caricatura de militantes. Os pobres devem ter voltado para a fome do seu quotidiano.
Vai durar muitos anos para que o povo volte a acreditar no socialismo ou em socialistas, o futuro não será feito com esta gente. A tese que condena o PS salva a democracia. Assim o espero.
Ficaram célebres em todo o mundo os arrastões praticados nas praias brasileiras por dezenas de miúdos das favelas miseráveis do Rio de Janeiro, como a máxima expressão da miséria social e extrema necessidade em que viviam.
O arrastão de que fui vítima moral é muito recente, praticado por dirigentes socialistas a nível local. Tomou a mesma forma de arrastão ao engajarem tudo o que veio à rede como recentes socialistas, com direito a homenagem (a que a maioria nem respondeu à chamada) conjunta com os que ostentem mais de trinta anos de sólida permanência nas fileiras. Recusei a palhaçada e retirei-me da indigna encenação.
Com que engodo, desconheço. O propósito é bem claro, é estratégia do mais alto nível, desesperados pelo fim de um ciclo em que eles próprios passarão a vítimas por culpa própria. Esgotaram as fórmulas de enganar o povo, é um fracasso total.
O desespero é ridículo. Ficou conhecida a comitiva de idosos rurais frente ao hotel na noite das últimas eleições. O último grito de modernidade, relatam os jornais das frentes da campanha eleitoral, os socialistas “contrataram” imigrantes asiáticos que nem português falam.
Os que ostentam turbante de siks foram os que mais deram nas vistas em pleno Alentejo, todos munidos de bandeiras que agitavam com zelo a troco de uma refeição quente, dizem. Foram prontamente recambiados ao ponto de partida, após ter sido denunciada a caricatura de militantes. Os pobres devem ter voltado para a fome do seu quotidiano.
Vai durar muitos anos para que o povo volte a acreditar no socialismo ou em socialistas, o futuro não será feito com esta gente. A tese que condena o PS salva a democracia. Assim o espero.
sábado, 21 de maio de 2011
Ex-socialista está preso.
Ex-socialista está preso.
Conheci o Júlio Santos como Presidente da Câmara de Celorico de Basto quando este promovia com grande arraial em pleno Martim Moniz, no coração de Lisboa, os produtos regionais da sua terra, excelente Queijo da Serra com um aroma e sabor que se mantêm todos estes anos.
Foi-me apresentado por um seu conterrâneo que não se detinha em polir a façanha deste jovem advogado, que tinha ganho as eleições ao PSD no virar do século. Na realidade, o que me foi dado observar no dito camarada, é que este era senhor de uma desenvoltura muito pouco comum. Observação referenciada ao nosso amigo “se aquilo não era demais para um conselho de pouco mais de cinco mil almas, embora com invejáveis duzentos e cinquenta quilómetros de área”. Nem pensar.
Segui pelos jornais as voltas que o prodígio e seu conselho levaram, progresso e riqueza eram a marca do sucesso, quer com a marca PS quer com a sua própria marca foi sempre eleito, e ainda é vereador no presente mandato.
A polícia agarrou-o a comprar o jornal e dai à prisão foi um salto, o destino óbvio em resultado de vários processos com recursos transitados em julgado. (?) Passaram dez anos para esta estrela ter caído do céu.
A minha questão é a de saber: se continuasse socialista a justiça teria sido tão célere? Pelo que me é dado ver em outras praças deste território, a conclusão é óbvia.
Conheci o Júlio Santos como Presidente da Câmara de Celorico de Basto quando este promovia com grande arraial em pleno Martim Moniz, no coração de Lisboa, os produtos regionais da sua terra, excelente Queijo da Serra com um aroma e sabor que se mantêm todos estes anos.
Foi-me apresentado por um seu conterrâneo que não se detinha em polir a façanha deste jovem advogado, que tinha ganho as eleições ao PSD no virar do século. Na realidade, o que me foi dado observar no dito camarada, é que este era senhor de uma desenvoltura muito pouco comum. Observação referenciada ao nosso amigo “se aquilo não era demais para um conselho de pouco mais de cinco mil almas, embora com invejáveis duzentos e cinquenta quilómetros de área”. Nem pensar.
Segui pelos jornais as voltas que o prodígio e seu conselho levaram, progresso e riqueza eram a marca do sucesso, quer com a marca PS quer com a sua própria marca foi sempre eleito, e ainda é vereador no presente mandato.
A polícia agarrou-o a comprar o jornal e dai à prisão foi um salto, o destino óbvio em resultado de vários processos com recursos transitados em julgado. (?) Passaram dez anos para esta estrela ter caído do céu.
A minha questão é a de saber: se continuasse socialista a justiça teria sido tão célere? Pelo que me é dado ver em outras praças deste território, a conclusão é óbvia.
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