Número total de visualizações de páginas

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Câmara de Odivelas sai da “Odinvest”

A “bufa” esfumou-se sem cheiro, sem dignidade e como é típico do género sobre pantufas.

Como são tristes estes políticos de faz de conta, quando não há dinheiro, são como baratas tontas, saltam da carroça como grávidas enjoadas. A culpa é do vandalismo, segundo a notícia.

Esta afirma que (nova Odivelas de 21.10.2011) o vereador Paulo Aido votou contra a saída do Município da dita sociedade (?). Porquê? Não sabemos.

Depois vem a crise…o blá…blá…blá… do costume. Entretanto era bom saber para onde se esfumaram os cinquenta mil euros, (50.000) do capital social que a câmara realizou na dita sociedade.

Foram em foguetes de conferencistas inominados e iluminados, ou em salários para a família dos esclarecidos locais do costume?

Passem bem até ao juízo final.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

o melhor que me foi dado ouvir neste deserto.

Hoje faço mais um ano de vida que desde 1949 a história repete.

«No tanto leyes cuanto personas nos hacen falta. No ideas
sino hombres. Lo semejante engendra a lo semejante: las
ideas no hacen más que ideas, solo los hombres hacen
hombres. Lo que ocurre es que el instrumento con que los
hombres hacen hombres son las ideas, y que sin hombres no
hacen ideas las ideas». De Unamuno, num editorial do ABC.

sábado, 3 de setembro de 2011

Texto nº1 de 31 de Agosto de 2011



A efectiva carga fiscal que se avizinha resulta em confisco estatal atendendo que: se apropria a vários títulos de 50% dos rendimentos do trabalho, igualmente tende para os 25% de tudo o que resulta do lucro das empresas, não anda longe de atingir 25% de tudo o que o cidadão consome, juntando a tudo isto 25% de outros rendimentos ou de simples uso de poupança aplicada em mobiliário e imobiliário, quase tudo isto guarnecido de imposto selo que bem somado e observado são dentadas em tudo o que mexe.

O aparelho de poder atingiu níveis de uma insuportável ocupação da democracia por forças políticas que não cumprem aquilo que prometem e que se sucedem sem respeito pela palavra dada.

Impostos sem cidadania, impostos sem retorno ao nível da educação, da saúde, da segurança, do ambiente, etc., são reflexo de uma tirania fiscal sem sentido por parte das incompetentes ditaduras partidárias do nosso sistema político, só formalmente democrático, pois agem sem mandato popular nesta matéria.

O crescente nível de incompetência, sem adequada responsabilização dos episódicos gestores políticos está a contribuir para um definhamento da própria comunidade política, porque sem indivíduos responsavelmente sustentáveis pela propriedade do trabalho, apenas se agravará a lei pré-política da submissão dos mais fracos por autocráticos e burocratizados agentes.

As forças vivas não tardarão a ocupar o presente vazio da república pela ameaça ao mínimo existencial.


É necessário talento, clarividência e muito trabalho para mudar em profundidade a triste realidade política, social, cultura e económica.
É urgente estruturar os processos, reorientar os fins do Estado, proteger a comunidade do abuso fiscal e da miséria.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Num domingo de Agosto em Lisboa de lés a lés.





Agosto gelado e sem brilho. Uma viagem que se começa sem destino, procurando sol e praia que poderiam mesmo assim aparecer. É bem verdade que não há domingo sem sol?

À falta do conforto do quente e revigorante brilho, mudança de programa. Estava a jeito, deixei-me ir até ao fim da nova CRIL. E porque não visitar as obras da zona que de “Engrácia”, as que nunca mais acabavam, não têm nada?

Deslumbrante cidade a nossa. A velha doca pesca está quase toda comida e digerida em novos materiais de construções futuras. Espaço imenso, cobiças várias no ar. Mesmo ao lado a fabulosa Fundação do “Champas”, imponente na sua modernidade e poderosa promessa de futuro.

Um pouco mais a montante do rio, paredes-meias com o palácio de Belém e de fronte da gare marítima que nos levava à Trafaria, já se vislumbra o polémico e espampanante esqueleto da morada dos coches de suas altezas reais.

As belas vistas do rio com passeios largos e animados por quem quer ganhar energia, ficam privadas de um cafezinho matinal, dado que “só abrem às 11”, entristece mas não magoa, prova mais do que suficiente para avaliar que os concursos de concessão não devem ter sido ganhos pelos mais eficientes comerciantes que se querem de serviço público.

A gare dos contentores de Alcântara, que vieram para ficar, é uma verdadeira nódoa que o regime não tira da sua triste folha de maus serviços prestados à nação e a Lisboa.

Novidades só no Cais do Sodré, uma nova gare de “cacilheiros” paredes-meias com o comboio da linha e o metro alfacinha dão vida a uma de placa de “distribuição” de destinos como a de um formigueiro em dia de chuva.

Nova construção moderna e integrada que dá abrigo a uma Agência Comunitária, marca o início da ocupação de um magnífico futuro parque na Ribeira das Naus que se estende em praia até ao Cais das Colunas.

Revigorada a Praça do Comércio, linhas nobres e sóbrias como convém ao histórico local, turistas de vida animada, alegres como os ricos que em tempos vinham de longe.

Fechando o circulo pelo túnel do Grilo nada mais é novidade digna de registo, já não chocando a especulação imobiliária que continua desenfreada nas cercanias da urbanização que ainda se nomeia de Expo 98.

domingo, 7 de agosto de 2011

UFF….II

Sentia um profundo tédio com a dimensão que tomam as nuvens muito negras em antecipação de trovoada e chuva forte, a cântaros, como se dizia em tempos.

Mas haja Deus, estamos salvos, o super ministro já não vai estudar mais, podemos descansar as costas até nova borradela do dito cujo que nos saiu na rifa.

É só ler.

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=500295

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

UFF.........

Vão colocar portagens na segunda circular em Lisboa? Na CRIL também e ainda na IC 19 para Sintra? Verdade? Não acredito. É assim que se espalha uma muito má notícia – digo eu sem muita convicção – nesta tarde de início de Agosto com temperaturas de Outono, aqui bem perto na esplanada da minha rua, onde admiro o povo a discutir a actualidade gestionário dos “nossos” sábios ministros, importados da estranja, pois os possíveis de cá estão a léguas de se meterem em “saladas” más de roer.

Só a circular de Lisboa afinal (ainda) está a mais nesta ladainha, necessidades de diálogo alarmista seguramente, como se a dura realidade não bastasse. Um sábio mete colherada afirmando que é bem possível colocar portagens, que existe um sistema já testado nos países mais desenvolvidos, quando opinei que seria de todo impossível praticar portagens com tão alta densidade de tráfego como o da segunda circular!

Estou feito, nem consigo imaginar se estes governantes externalizaram o manicómio ou querem esta pobre gente doida de vez e sem hipótese de cura.

UFF……..(hoje no expresso, 4 de Agosto)

A Estradas de Portugal (EP) desmente que exista alguma intenção de cobrar portagens quer na IC19 quer na CRIL.

Em comunicado a empresa esclarece que, ao contrário do que foi avançado hoje pelo Jornal de Negócios, "não há, que seja do conhecimento da EP, nenhuma decisão ou intenção de introduzir portagens em qualquer via, para além das que foram publicamente anunciadas, ou seja, nas quatro concessões SCUT ainda em falta, pelo que qualquer referência adicional a vias específicas, designadamente o IC19 ou a CRIL, é pura especulação jornalística."

Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/estradas-de-portugal-desmente-portagens-no-ic19-e-na-cril=f666090#ixzz1U666Wkl3